Presença na Ausência, uma variedade de sentidos para o “novo normal”. A exposição virtual apresenta trabalhos que dialogam com a experiência do isolamento social. Promove a aproximação de visitantes e artistas, com o auxílio de recursos de acessibilidade como por exemplo: textos alternativos para a descrição de obras de arte e espaços, legendas e libras.

A exposição Presença na Ausência pode ser conferida com a navegação em dois formatos: o primeiro, um ambiente 3D em 360 graus e o segundo, uma navegação em lista, com todas informações das obras de arte e dos espaços. Este segundo pode ser experimentado completamente por leitores de tela.

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Todas as obras e elementos da exposição detalhados

Aqui você vai encontrar, de forma mais acessível, todas as obras e imagens do espaço da exposição. Estes são apresentados na mesma ordem que você iria experimentar, caso percorresse os salões da exposição.

Átrio

Um painel expográfico de cor branca, com quatro fotografias emolduradas fixadas nele, está no meio da imagem. Ele está no centro de uma ampla sala. A parede atrás do painel é branca, e as paredes laterais direita e esquerda tem revestimento texturizado de tons amarronzados. O piso é um revestimento de cor cinza polido. O forro é branco. É possível visualizar o sistema de iluminação da sala.

Estas são as obras que se encontram no Átrio:

Lisi Wendel, Crissiumal/RS, 1973.
Sem título, 2017. Fotografia com intervenção digital (99 cm x 75 cm).
A obra representa a imagem de um corpo humano da cintura para baixo, destacando apenas as pernas e os pés. Essa imagem fica localizada no canto superior esquerdo. A pessoa carrega uma bolsa cruzada pelo corpo e veste calças compridas e sapato preto fechado. A imagem apresenta um leve desfoque que sinaliza movimento. A foto está em preto e branco.
Lisi Wendel, Crissiumal/RS, 1973.
Sem título, 2017. Fotografia com intervenção digital (99 cm x 75 cm).
A obra representa a imagem de um uma silhueta feminina da cintura para baixo, destacando apenas as pernas e os pés.  A fotografia está em preto e branco e o foco está bastante borrado.

Salão Esquerdo - Parede

No centro da imagem está um painel expográfico de cor branca posicionado em frente a parede de fundo do ambiente, com várias obras bidimensionais emolduradas de diferentes formatos e de cores variadas instaladas nele. Junto à parede lateral direita está um painel expográfico de cor branca sobre rodízios no qual uma obra bidimensional está fixada. No canto esquerdo da imagem tem uma parte da parede com um revestimento texturizado de tons amarronzados. As paredes e o forro são brancos, e o piso é um revestimento de cor cinza polido. É possível visualizar o sistema de iluminação da sala.

Estas são as obras que se encontram na Parede do Salão Esquerdo:

Leandro Selister, Vacaria/RS, 1965.
O sempre lindo viaduto da Borges, 2017. Fotografia com smartphone Iphone 7plus (40 cm x 40 cm).
A obra é uma fotografia e retrata um anoitecer chuvoso em uma avenida. A via possui uma construção que contém calçadas aéreas sustentadas por arcos, situadas nas laterais da imagem. A construção leva ao viaduto que se encontra no centro da fotografia. Existem árvores estreitas e com poucos galhos e folhas. A via é asfaltada e está molhada, refletindo a iluminação alaranjada provida pelos postes de luz. Em ambas laterais existem prédios com acesso pelas calçadas aéreas. Embaixo destas calçadas, encontra-se calçadas com pontos de ônibus. Percebe-se mofo nas partes internas dos arcos e nas bases dos pilares.
Pedro Santos, Coimbra - Portugal, 1996.
Tou te a Ver, 2017. Fotografia Digital, Panassonic GH4 (20 cm x 30 cm).
A obra representa uma sala escura com uma janela grande ao fundo, que utiliza toda a largura da parede. A janela tem dois vidros e está fechada com persianas, que deixam passar luminosidade por seus recortes pontilhados, que fazem linhas horizontais na imagem. Em frente ao vidro esquerdo percebe-se a silhueta de um homem de costas para a câmera, Na lateral esquerda, há uma pequena televisão de tubo sobre um móvel, onde a luz externa incide, na parede percebe-se parte de um aparelho de gás, azulejos e um armário aéreo. Na lateral direita, vê-se uma mesa com toalha clara e uma parede com papel estampado. Percebe-se no vidro direito um reflexo com formato indistinguível.
Piper Maru Anderson-Klotz, Vancouver/BC - Canadá, 1994.
The Deck of Heck, The Ace of Hearts (Tradução: O Deque de Cartas Diabólico, O Ás de Corações), 2018. Tinta guache e caneta (36 cm x 26cm).
Trata-se de uma carta ‘As’. Há três ‘As’ na composição: um no canto superior esquerdo, outro de cabeça pra baixo no canto inferior direito, e outro maior centralizado. Junto dele, perfurado pela linha horizontal central da letra A, há um coração realista ilustrado. O fundo é em degradê monocromático.
Piper Maru Anderson-Klotz, Vancouver/BC - Canadá, 1994.
The Deck of Heck, The Two of Hands (Tradução: O Deque de Cartas Diabólico, O Dois de Mãos), 2018. Tinta guache e caneta (36 cm x 26cm).
Trata-se da carta número 2. Há dois números dois na composição: um no canto superior esquerdo, outro de cabeça para baixo no canto inferior direito. No centro há a ilustração de um par de mãos com os dedos pintados de vermelho. Há um laço branco que percorre a carta através de um movimento em espiral, o qual entrelaça as mãos e os dedos.
Piper Maru Anderson-Klotz, Vancouver/BC - Canadá, 1994.
The Deck of Heck, The Three of Heads (Tradução: O Deque de Cartas Diabólico, O Três de Cabeças), 2018. Tinta guache e caneta (36 cm x 26cm).
Trata-se da carta número 3. Há dois números três na composição: um no canto superior esquerdo, outro de cabeça para baixo no canto inferior direito. No centro há a ilustração do rosto de três meninas que se encontram unidas por seus fios de cabelo castanho. Seus rostos são pálidos e com marcas de expressão abaixo dos olhos.
Piper Maru Anderson-Klotz, Vancouver/BC - Canadá, 1994.
The Deck of Heck, The Four of Eyes (Tradução: O Deque de Cartas Diabólico, O Quatro de Olhos), 2018, 2018. Tinta guache e caneta (36 cm x 26cm).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se da carta número 4. Há dois números 4 na composição: um no canto superior esquerdo, outro de cabeça para baixo no canto inferior direito. No centro há a ilustração de uma fumaça cinza que se movimenta em ziguezague. Nela, há quatro olhos abertos.
Lisi Wendel, Crissiumal/RS, 1973.
Sem Título da série Abstrata, 2018. Acrílica e impressão de pigmento mineral sobre canvas algodão (145,5 cm x 94 cm).
Percebe-se uma silhueta humana na cor preta, representada por linhas e manchas. A pessoa aparece sentada com as pernas cruzadas junto ao corpo. Essa imagem está localizada na parte central esquerda da obra de arte. Rabiscos em cor preta preenchem as demais laterais da obra, formando uma figura retangular como se fosse uma moldura.
Ananda Kuhn, Porto Alegre/RS, 1984.
Passante, 2014. Desenho, pintura e colagem (60 cm x 60 cm).
Imagem em tons de preto e branco, onde a artista ilustra um cenário caótico por conta dos traços pretos fortes e repentinos no topo e no lado esquerdo. Uma penumbra toma conta do meio até o topo da imagem que pode representar névoa ou fogo. Há uma parede em ruínas no centro. No solo é possível perceber uma vegetação rasteira. A imagem é cortada por uma estrutura negra retangular, que parece ser uma escada. Existem dois buracos na parede que parecem ter sido ocupados por pequenas janelas, que não existem mais.
Leandro Selister, Vacaria/RS, 1965.
Caravaggio, 2017. Fotografia com smartphone Iphone 7plus (50 cm x 40 cm).
A obra retrata um homem deitado sobre um móvel em uma calçada. O homem tem pele branca, está de olhos fechados e com o torso despido. Um braço recai pela frente do corpo, segurando um guarda chuva. A sua frente tem uma cerca coberta por um tecido claro e sujo. Na lateral direita aparece parte de um carrinho de mercado e um cão deitado em cima de um objeto branco. Percebe-se muita sujeira na via e na calçada, que se misturam aos feixes de luz que compõem a imagem.
Chana de Moura, Estância Velha/RS, 1989.
Sem título, da série Mecanismos de Reinserção, 2015. Fotografia 35mm (30 cm x 20 cm).
A obra é uma fotografia e retrata uma pessoa de pele clara e cabelos loiros e compridos, deitada de bruços em meio a folhagem. A pessoa encontra-se na parte inferior da imagem e pode-se ver suas costas, cabeça e braços, que estão esticados à sua frente. a luz incide em sua pele, assim como nas folhas que estão em primeiro plano.Mais ao centro e ao fundo, a imagem escurece, dando a impressão de mata fechada.
Carlos Donaduzzi, Santa Maria/RS, 1989.
Valéria Boelter – Aveiro/Portugal, 2020. Fotografia (38 cm x 25 cm).
Imagem colorida. O enquadramento é ampliado, apresenta uma mesa com  toalha. Sobre a toalha tem um prato com massa. Ao lado do prato tem um garfo com cabo de madeira e à frente tem uma taça de vidro com água. Em frente ao prato há uma tela de computador. Na tela é projetado  uma mulher branca com cabelos louros que veste uma blusa vermelha, na cena ela está olhando para o lado, segurando um garfo e comendo massa que está num prato.
Carlos Donaduzzi, Santa Maria/RS, 1989.
Elias Maroso – Porto Alegre/RS, 2020. Fotografia (27 cm x 38 cm).
Imagem colorida. Na imagem apresenta-se a parte superior de uma mesa redonda, que está coberta com uma toalha branca. Na mesa têm uma xícara branca com café e uma colher sobre um pires, atrás tem uma maçã, uma banana e ao lado tem um tablet. No tablet aparece do tórax para cima um homem claro de cabelo curto com moletom e óculos escuro, ele está tomando café numa xícara vermelha.
Martina Berger, Portão/RS, 1996.
Relicário, 2020. Fotoperformance (30 cm x 50 cm).
A obra trata-se de uma fotografia que está na horizontal. Nela há o rosto de uma mulher que olha na direção da foto. Ela veste um véu sobre a cabeça. Em seu rosto há dezenas de pequenas fotografias de crianças, algumas em preto e branco, outras em sépia.
Silvia Rodrigues, Itati/RS, 1970.
Sem título, 2018. Acrílica sobre tela (155 cm x 84 cm).
A obra representa a silhueta de um busto humano, visualizada pela lateral esquerda. É formada somente por linhas que dão a impressão de serem veias. As cores em destaque são o azul e o vermelho que se misturam no decorrer da tela. As linhas vão contornando o interior deste corpo e se misturando entre elas formando as entranhas humanas.
Verlisa Navacosta, Novo Hamburgo/RS, 1990.
Indícios, 2016. Fotografia digital (100 cm x 120 cm).
A obra trata-se de uma fotografia em preto e branco que está na horizontal. Ela foi tirada de uma altura mais elevada e evidencia um conjunto de edifícios. Detalhes como janelas, telhados e a própria estrutura dos prédios ressaltam os sentidos verticais, horizontais e até diagonais, como no caso do telhado.

Salão Esquerdo - Canto

Há um painel expográfico de cor branca com duas faces perpendiculares uma à outra no centro da imagem. Em cada face do painel está instalado um televisor e um fone de ouvido. Na frente do painel e em primeiro plano na imagem, estão dois pufes estofados com tecido branco. As paredes e o forro são brancos, e o piso é um revestimento de cor cinza polido.

Estas são as obras que se encontram na Canto do Salão Esquerdo:

Letícia Lampert, Porto Alegre/RS, 1978.
Conhecidos de Vista, 2013. Vídeo (13 min 35 s).
Carlos Donaduzzi, Santa Maria/RS, 1989.
Mais artificial do que o céu lá fora, 2019. Vídeo-quase-fotografia (30 s loop).

Salão Esquerdo - Mesa

No centro da imagem aparece uma mapoteca com gavetas na cor branca. A parede atrás dela tem revestimento texturizado de tons amarronzados. No canto direito da imagem tem uma porta dupla de madeira. O piso é um revestimento de cor cinza polido.

Esta é a obra que se encontra na Mesa do Salão Esquerdo:

Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Intimidades Mal Lavadas, 2009. Registro de Instalação (200 cm x 500 cm x 200 cm).
Na parte superior da imagem um varal de roupas composto por diversas peças, entre elas camisetas, blusas e algumas roupas íntimas. Todas as peças são brancas e muito encardidas.  Algumas delas são estampadas com matérias de jornal. Abaixo do varal, podemos visualizar duas panelas bem antigas e bastante desgastadas. Estas estão localizadas uma do lado da outra e dentro de cada uma delas há uma etiqueta com uma escrita ilegível. O fundo da imagem é branco.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Intimidades Mal Lavadas, 2009. Registro de Instalação (200 cm x 500 cm x 200 cm).
A imagem apresenta um varal de roupas, composto por diversas peças de roupas, com aspecto encardido. Algumas delas são estampadas com matérias de jornal. Em destaque está uma calcinha de renda manchada. O fundo da imagem é de cor branca, dando destaque para a instalação.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Intimidades Mal Lavadas, 2009. Registro de Instalação (200 cm x 500 cm x 200 cm).
A imagem apresenta um varal de roupas encardidas composto por seis peças, que estão presas por prendedores de roupas de madeira. Na imagem podemos observar duas blusas posicionadas nas laterais e algumas peças íntimas. As peças de cor branca se destacam pela estampa de matérias de jornais que trazem assuntos como agressão, mortes, sequestro. O fundo da imagem é de cor branca, dando destaque para a instalação.

Parede de Apresentação

No centro da imagem está um painel expográfico de cor branca sobre rodízios. Um texto explicativo está instalado na metade esquerda do painel, e na metade direita, uma obra bidimensional emoldurada está exposta. As paredes e o forro são brancos, e o piso é um revestimento de cor cinza polido.

Este é o texto de apresentação da exposição e uma das obras de arte. Estes se encontram na Parede de Apresentação.

Presença na Ausência

Nada poderia ter nos preparado para 2020. O ano em que vestimos máscaras, permanecemos isolados dentro de casa, e o mundo inteiro desacelerou. Porém, mesmo reclusos, sentimos necessidade de conviver. O ambiente virtual foi o espaço que encontramos para continuar presentes, expressar sensações e reforçar os laços afetivos. A exposição “Presença na Ausência” fala sobre a importância desse movimento. Com galerias e museus fechados, a própria arte também precisa seguir presente. Por isso, transformamos o Espaço Cultural Feevale em um ambiente tridimensional, onde você pode passear e conferir obras de 22 artistas brasileiros e estrangeiros. Aqui, os trabalhos ganharam outra vida, como obras virtuais à espera de um visitante que também se faz presente por meio da tecnologia. A própria equipe responsável pela construção da exposição trabalhou em isolamento, mantendo contato apenas por dispositivos tecnológicos. Criada no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão da Universidade Feevale, a mostra tira proveito das possibilidades de acessibilidade da internet. Convidamos o visitante a explorar a exposição por meio de recursos de audiodescrição, legendas, libras ou utilizando um leitor de tela. “Presença na Ausência” costura obras realizadas em 2020 já como resposta à pandemia a trabalhos de anos anteriores que, sob a luz do “novo normal”, ganham novas camadas de significado. As características reais do Espaço Cultural Feevale inspiraram a curadoria. Na área que recebe iluminação natural de janelas, estão obras mais leves, que sugerem olhar para este momento histórico com esperança ou criatividade. Quando a saudade aperta, alguns artistas respondem transformando a arte em um gesto de afeto pela família, amigos ou até por vizinhos desconhecidos. Na parte sombria do espaço, estão trabalhos que conversam com a solidão, a efemeridade da vida e o abandono dos espaços urbanos. Ao entrar na exposição, o internauta se depara com fotografias de pés que apontam para os dois percursos e praticamente perguntam “por qual caminho você prefere enxergar a pandemia?” Ainda vamos demorar muito tempo para entender o impacto desses meses de doença e isolamento no mundo, mas a arte pode nos ajudar a processar esse acontecimento. No mínimo, é uma boa companhia.

Luiza Piffero

Ariadne Decker, Niterói/RJ, 1960.
Multidão Calçadista, 2006 a 2008. Pastel a óleo sobre canvas (80 cm x 110 cm).
É uma obra figurativa e representa uma multidão de pessoas segurando diversas caixas de sapatos nas mãos. A obra é bastante colorida e chama atenção pelo seu fundo dourado. Na imagem podemos visualizar uma diversidade de pessoas, com características físicas distintas, de ambos os sexos, todos em idade adulta, com semblantes felizes ao segurar diferentes modelos de calçados nas mãos.

Parede de Transição

A imagem mostra um painel expográfico de cor branca, com cinco obras bidimensionais em tons terrosos e molduras pretas expostas nele. O painel está posicionado em frente a parede de fundo do ambiente. Ao fundo da imagem e à direita do painel, está um volume de parede com revestimento texturizado de tons amarronzados. As paredes e o forro são brancos, e o piso é um revestimento de cor cinza polido. É possível visualizar o sistema de iluminação da sala.

Estas são as obras que se encontram na Parede de Transição:

Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Morangos Mofam, 2019. Fotografia digital (75 cm x 110 cm).
A imagem representa a parte superior de um morango, sendo este fotografado de cima, onde podemos visualizar suas folhas verdes como se fosse uma flor. O destaque dessa imagem fica localizado no canto inferior esquerdo.
Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Morangos Mofam, 2019. Fotografia digital (110 cm x 75 cm).
A imagem apresenta-se uma parte do morango coberto com mofo, já em estado de decomposição. Há uma sombra na parte superior em consequência do ângulo da luz.
Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Morangos Mofam, 2019. Fotografia digital (75 cm x 110 cm).
A imagem mostra a fruta morango, o qual está em estado de decomposição. Ao fundo tem um tecido cinza brilhante.
Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Morangos Mofam, 2019. Fotografia digital (110 cm x 75 cm).
Um morango fotografado na sua totalidade, está em pé, localizado bem ao centro da imagem e em primeiro plano. Ao fundo podemos visualizar um tecido cinza brilhante.
Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Morangos Mofam, 2019. Fotografia digital (110 cm x 75 cm).
O morango é mostrado de muito perto, destacando suas sementes. Sobre este morango é projetado uma luz que causa uma sombra na parte inferior da imagem.

Salão Direito - Parede Móvel

Há um painel expográfico de cor branca sobre rodízios no qual está instalado um televisor e um fone de ouvido. A esquerda, ao lado do painel, está o guarda corpo. Na lateral direita da imagem aparece uma plataforma elevatória. O forro é branco e o piso é um revestimento de cor cinza polido.

Esta é a obra que se encontra na Parede Móvel do Salão Direito:

José Maçãs de Carvalho, Anadia - Portugal, 1960.
Never Tell a Secret (Tradução: Nunca conte um segredo) - Cortesia da Galeria Carlos Carvalho, Lisboa/Portugal, 2004. Vídeo SD, 4:3, cor, som (2 min 40 s).

Salão Direito - Parede

A imagem mostra uma sala com um painel expográfico de cor branca ocupando grande parte da parede lateral esquerda com várias obras bidimensionais emolduradas de diferentes formatos e de cores variadas instaladas nele. Na continuidade da mesma parede, está um painel expográfico de cor branca com rodízios onde dois televisores estão fixados. Na frente dos televisores, estão posicionados dois pufes estofados de tecido branco. Ao fundo, aparece uma porta dupla de madeira. As paredes e o forro são brancos, e o piso é um revestimento de cor cinza polido. É possível visualizar o sistema de iluminação da sala.

Estas são as obras que se encontram na Parede do Salão Direito:

Milton Schaefer, Nova Petrópolis/RS, 1960.
Passagem pela zona conflagrada, 2020. Acrílica sobre tela (80 cm x 80 cm).
A imagem trata-se de uma pintura abstrata, com traços coloridos marcantes, formas cônicas e outras não identificáveis, não apresentando padrão de movimento nem espessura. Possui traços horizontais, verticais e diagonais. A pintura não apresenta formas concretas. Os traçados são nas cores: vermelho, branco, amarelo, verde, roxo, laranja, com predominância de tons azulados.
Rochele Zandavalli, Garibaldi/RS, 1980.
Se você sobreviver, 2020. Fotografia apropriada (20 cm x 30 cm).
A imagem é uma fotografia, que no canto esquerdo mostra árvores, grama e uma cerca. No centro e à direita tem uma estrada de asfalto e ao lado mais árvores e grama. Sobre a fotografia está escrito: ‘se você sobreviver’.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta vermelha no fundo rosa, na parte superior tem o número I e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem uma faísca preta que ocupa a carta e dentro a frase 'Não era amor, era fogo no rabo'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco e com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
Trata-se de uma carta amarela no fundo roxo, na parte superior tem o número II e atrás folhas na horizontal. Abaixo tem um triângulo preto com as bordas arredondadas que dentro há o símbolo de radiação. Embaixo apresenta-se a frase 'despertador me lembrou que quarentena não é folga!' Na parte inferior da carta existe um retângulo branco e com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
Trata-se de uma carta rosa no fundo amarelo, na parte superior tem o número III e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem um coração preto que saem linhas azuis na diagonal, dentro existe a frase 'quarentena sem mozão é carentena'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco e com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta verde no fundo azul, na parte superior tem o número IV e atrás folhas na horizontal. Tem no meio da carta um bolo com calda de chocolate e chamas de fogo rosa sobre uma boleira rosa.  Existe ao redor a frase “modo masterchef - frustrado ativado.  Embaixo há um batedor de bolo e em seguida um retângulo laranja com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta roxa no fundo vermelho, na parte superior tem o número V e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem um coração preto com chamas na parte superior, dentro existe a frase 'flertar e não precisar ir no date'. Na parte inferior da carta existe um retângulo amarelo com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta vermelha com o fundo azul, na parte superior tem o número VI e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem uma boca aberta com os lábios roxos e semi aparece os dentes com aparelho dentário. Dentro da boca existe a frase 'comi a comida de 7 dias em 1'. Na parte inferior da carta existe um retângulo amarelo com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta rosa com o fundo laranja, na parte superior tem o número VII e atrás folhas na horizontal. Ao meio aparecem duas caixas retangulares de conversas, são mensagens de textos com a escrita: 'web namoro'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco e com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta azul no fundo marrom, na parte superior tem o número VIII e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem uma embalagem de produto de limpeza no formato de borrifador preto, dentro existe a frase 'limpar a casa pra me acalmar'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco e com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta rosa  no fundo azul, na parte superior tem o número IX e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem um pingente de colar em forma de coração partido com a palavra dividida 'AM-IGA'. Embaixo do coração contém a frase 'depois do corona a gente marca'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta roxa no fundo verde, na parte superior tem o número X e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem a silhueta de uma casa com fumaça na chaminé. Dentro da casa contém a frase 'só saio de casa se for no THE SIMS'. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta verde no fundo laranja, na parte superior tem o número XI e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem a seguinte frase: 'falando com as plantas que ainda não matei' e na parte superior da frase existem linhas e formas retangulares. Na parte inferior da carta contém um retângulo branco com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta vermelha no fundo roxo, na parte superior tem o número XII e atrás folhas na horizontal. Ao meio tem a seguinte frase: 'solteiro & surtado' e atrás saindo da frase linhas na diagonal e em volta estrelas amarelas. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta rosa no fundo amarelo, na parte superior tem o número XIII e atrás folhas na horizontal. Embaixo tem um sol, em seguida a frase: 'tomar banho de sol nas frestas da janela' em volta há uma silhueta de janela. Na parte inferior da carta existe um retângulo branco com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta roxa no fundo verde, na parte superior tem o número XIV e atrás folhas na horizontal. Abaixo tem a palavra 'ALERTA', em seguida um círculo brilhante e ao meio a frase 'você está participando do The Circle Brasil'. Na parte inferior da carta existe um retângulo amarelo com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Mariana Corteze, Sidrolândia/MS, 1992.
Série Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto, 2020. Ilustração digital (1080 px x 1350 px).
O formato da obra é retangular e está na vertical. Trata-se de uma carta azul com fundo roxo. Na parte superior, dentro de um círculo está o número 15 escrito em romano, dele saem dois ramos de folhas na horizontal. Abaixo há o desenho de uma nota monetária. No centro da carta está escrito: 'passar o resto do mês com $5 ficou mais fácil', com pequenos desenhos de moedas, estrelas e corações. Na parte inferior da carta existe um quadro retangular com a frase: Reflexões de Isolamento Social de um jovem adulto.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Limão, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em traços monocromáticos em tom verde. Nela está retratado um estabelecimento em uma esquina. Na parede há algumas pinturas. No lado esquerdo está retratado uma águia e em cima dela duas corujas, uma grande e outra pequena. No meio há um portão fechado. No lado direito há  um homem de terno, chapéu e bengala em um campo verde. Sobre sua cabeça há um quadro retangular com o desenho de um pinheiro nele. Do lado há a numeração “903”. Entre as duas pinturas há um portão de loja fechado. No canto direito há uma sombra preta escura.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Vila Suzana II, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em traços monocromáticos em tom marrom claro. Nela está retratada a parede de uma casa de esquina, onde há o desenho de crianças brincando em um parque com árvores, escorregador e gangorra. Por detrás do edifício, no canto direito, há uma formação em contraste preto.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Osasco, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em traços monocromáticos em tons de azul. Nela está retratado um prédio abaixo de uma esquina com a entrada aberta. Nas paredes do prédio há desenhos de edifícios. No canto esquerdo há uma árvore e no direito um fundo escuro em contraste com o resto da obra.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Jardim das Palmas, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A imagem é um desenho realizado em nanquim todo na cor laranja. Representa a imagem de uma rua, onde podemos ver um muro que corta a paisagem. No muro há o desenho de dois coqueiros com algumas frutas penduradas que ficam localizados ao centro, um pouco para a esquerda. Ao lado de cada coqueiro há o desenho do sol, feitos com traços rápidos. Mais à direita da imagem, ainda sobre o muro há as letras F E L I em fôrma de pichação. Ao fundo, logo atrás do muro, podemos ver o telhado de algumas casas. A direta, ao lado dos telhados, alguns traços como referência de uma vegetação.  A imagem está cortada na horizontal, sendo em primeiro plano a calçada, em segundo o muro e em terceiro os telhados.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Vila Guarani, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em traços monocromáticos em tom verde azulado. Nela está retratado o muro de um edifício em uma esquina. O muro está divido em três partes: a primeira parte  a esquerda, na esquina, está totalmente pintada; a do meio que é um pouco mais elevada e tem o desenho de um carro com uma escrita acima do veículo; a terceira, no canto direito, está escrito “VARA SDD”. Em cima do mudo se observa o segundo piso do edifício. No fundo observa-se uma nuvem escura e densa que preenche grande parte do desenho.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Cachoeirinha, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em movimento. Na sua parede há um cartaz com a cara de um gato com uma bala e um pirulito. Em cima dele está escrito “BOMBONIERE”, enquanto em baixo está escrito “7 Gatos”. No canto superior direito está a numeração “934”, enquanto que no canto esquerdo há uma sombra preta em contraste.
Marcela Novaes, São Paulo/SP, 1993.
Vila Suzana, 2020. Tinta caligráfica e nanquim sobre papel (11 cm x 15 cm).
A obra trata-se de uma ilustração em traços monocromáticos em tom rosa. Nela está retratado a parede de uma casa de esquina com o desenho de uma cordilheira. No canto esquerdo, há um quadro com um tipo de caligrafia oriental e logo acima uma mesa com um toldo fechado. No lado direito, na esquina, há uma mancha escura em contraste.
Paula Ruszkowski, Camaquã/RS, 1994.
Sem título, série Passado da tinta, 2017/2020. Intervenção sobre colagem fotográfica (30 cm x 21 cm).
A fotografia apresenta a imagem de um homem em pé com a mão esquerda posicionada sobre a cintura. Sob a fotografia existem desenhos realizados por caneta azul, que acrescentam barbas e bigodes compridos e enrolados na ponta e tatuagens variadas.
Paula Ruszkowski, Camaquã/RS, 1994.
Sem título, série Passado da tinta, 2017/2020. Intervenção sobre colagem fotográfica (30 cm x 21 cm).
A foto apresenta a imagem de uma mulher que de pé, está olhando para câmera. Está posicionada ao lado esquerdo da imagem e podemos visualizar somente seu tronco e cabeça, Veste blusa preta, tem os cabelos escuros. Usa  uma tiara. Sob a fotografia existem desenhos realizados por caneta azul. Os desenhos cobrem seu rosto e pescoço, simulando maquiagem e tatuagens como: rosa, raízes e a palavra Amor.
Paula Ruszkowski, Camaquã/RS, 1994.
Sem título, série Passado da tinta, 2017/2020. Intervenção sobre colagem fotográfica (30 cm x 21 cm).
A foto apresenta uma menina por volta dos 10 anos. Veste uma blusa amarela de mangas curtas. Os longos cabelos escuros lhe caem pelos ombros. Ela está parada de pé olhando para foto. Sob a fotografia existem desenhos realizados por caneta esferográfica azul. Os desenhos cobrem seu rosto, pescoço e braços simulando maquiagem e tatuagens como: rosas, raízes, e um olho dentro de um triângulo.
Mitti Mendonça, São Leopoldo/RS, 1990.
Nilva, 2020. Bordado Ponto Russo sobre Linho (25 cm x 21 cm).
A obra representa o busto de uma mulher negra, com cabelo curto e olhos escuros. Seus ombros e colo são cobertos por uma espécie de blusa com formas orgânicas e decote em formato Vê, nas cores rosa, azul, amarelo, laranja, verde, vermelho e cinza. É representada uma luminosidade no centro de seu rosto, assim como na lateral direita do cabelo e do colo.
Zhang Qinzhe, QingTian - China, 1997.
Habitadxs, 2017. Fotografia (25 cm x 38 cm).
A imagem mostra uma mulher branca de cabelos pretos e curtos. Ela usa óculos de leitura e uma tiara no cabelo. A mulher está do lado direito da imagem, ela está escorada em uma velha parede descascada. Uma grande sombra ocupa todo o canto esquerdo da imagem. Esta sombra tem cabelos curtos e espetados e segura algo que se assemelha a uma máquina fotográfica.
Zhang Qinzhe, QingTian - China, 1997.
Reconexão, 2016. Fotografia (25 cm x 25 cm).
A obra retrata o busto de uma mulher idosa, de pele clara, que sorri enquanto segura um telefone próximo à orelha direita. Ela usa um óculos, tem cabelo branco e curto. Veste uma blusa preta e um colar de pérolas. A imagem tem um fundo de parede branca com sombra do lado direito, percebe-se a iluminação vindo por esse lado. Também aparece o encosto de um móvel azul, possivelmente um sofá.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Teu Cheiro em Mim 3, 2017. Fotografia (100 cm x 100 cm).
Frascos de perfumes retangulares de vidro vazios predominam na imagem. Ao centro há um grande frasco refletindo dentro a imagem de uma face humana jovem monocromática, entretanto a única parte aparente é o olho com sobrancelha e metade do nariz. Do meio da testa até a ponta do nariz existe uma cor dourada que sinaliza que há líquido de perfume. Abaixo deste frasco há outro onde podemos perceber a face de uma pessoa idosa, embora a única parte aparente sejam seus olhos.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Teu Cheiro em Mim 2, 2017. Fotografia (100 cm x 100 cm).
Frascos de perfumes retangulares de vidro vazios predominam na imagem. Ao centro dentro de um dos vidros existe a imagem em preto e branco de uma boca sorridente, expondo bonitos dentes. Dentro de alguns dos outros frascos existem imagens de olhos e resquícios de líquido amarelo.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Teu Cheiro em Mim 4, 2017. Fotografia (100 cm x 100 cm).
Diversos frascos de vidros transparentes de perfumes empilhados uns sobre os outros. Em destaque, posicionado na parte superior direita da imagem, um frasco de formato retangular, que possui a imagem de um olho feminino de cor azul e cílios e sobrancelhas bem marcadas. Detalhes dourados iluminam o rosto dela. Dentro dos outros frascos abaixo existem outras fotografias contendo fragmentos de outros rostos, masculinos e femininos.
Magna Sperb, Novo Hamburgo/RS, 1953.
Menina 2, 2017. Fotografia (100 cm x 100 cm).
A fotografia apresenta a imagem de diversos frascos de vidros transparentes de perfumes empilhados uns sobre os outros. Estão vazios e possuem o detalhe dos sprays dourados. Em destaque, posicionado à esquerda da parte central, um frasco de perfume retangular, de tampa quadrada, que possui no seu interior uma foto em preto e branco de uma menina. Essa imagem é um pequeno recorte de papel. A menina é uma criança pequena, de cabelos claros, lisos e de corte médio. Tem o centro do rosto coberto pelo cano do spray do perfume.
Victória Kubiaki, Porto Alegre/RS, 1993.
Silêncio, 2020. Performance, toca-disco, disco Fleetwood Mac - Rumors, captação de vídeo (1920 px x 1080 px).
Victória Kubiaki, Porto Alegre/RS, 1993.
Espera, 2020. Performance, tinta a óleo sobre tela, captação de vídeo em timelapse (1920 px x 1080 px).